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Colegas, têm algum Portfólio/Dossier da vossa prática pedagógica?

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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Mais uma ajuda sobre SGQ


Vou tentar ajudar as pessoas interessadas.

Para trabalharem em creche, foi lançado há coisa de meses um projecto 5 estrelas, que para mim é do melhor que há. Chama-se PIM E TITO - Projecto Criativo para Creche. É um pouco carote para pagar tudo de uma vez, mas existem sempre facilidades de pagamento. Mas tem-me ajudado imenso e é o melhor da valência que existe actualmente.

Para se obter a certificação tem de se ter uma "amostra" do trabalho realizado em toda a instituição com pelo menos 6 meses, ou seja, se tivessem iniciado este ano lectivo, neste momento já teriam material para apresentar nas auditorias a fim de obterem a certificação. Mas mesmo que não seja esse o objectivo a curto prazo, a verdade é que este método de trabalho nos deixa mais organizadas. Isto não é nada que nós já não fizessemos, mas pronto... temos de ter registos de tudo.

O nosso trabalho não tem de ser uma cópia da documentação fornecida pelo ISS, por isso, quanto mais tempo de trabalho tiverem com os instrumentos, mais fácil será ir fazendo as devidas modificações até estes se encontrarem perfeitamente adequados à realidade da vossa instituição. Desde que vocês achem os documentos práticos e saibam justificar a sua utilidade e funcionalidade, não existe problema absolutamente nenhum.

No início do ano lectivo, os pais e encarregados de educação  deverão preencher a FAD (Ficha de Avaliação de Diagnóstico). 

Tanto a Creche como o Jardim de Infância deverão trabalhar para a certificação da qualidade, desta forma, foram organizados e estabelecidos os prazos para preenchimento da documentação a usar.

- Para a Creche, deverá ser preenchida a FAD na primeira reunião, o PAI (Plano de Acolhimento Inicial) deverá ser preenchido nos primeiros 30 dias seguintes, bem como o PD (Perfil de Desenvolvimento). Ao final de 30 dias a contar da admissão da criança, deverá ser elaborado o PI (Plano Individual), com base nos três documentos ante-iores.

- Para o Jardim de Infância, deverá ser preenchida a FAD na primeira reunião, o PAI deverá ser preenchido nos primeiros 15 dias, bem como o PD. A elaboração do PI deverá ocorrer em seguida, com base nos três documentos anteriores.

- Os Perfis de Desenvolvimento (PD) poderão ser os mesmos fornecidos pelo Manual de Processos Chave (ISS) e/ou pelo Manual da EQUAL.

- Todos os documentos só serão válidos após tomada de conhecimento e rubrica dos pais/encarregados de educação, ou se por qualquer motivo não houver resposta por parte dos mesmos, estes ficarão automáticamente validados ao final de 30 dias. Esta informação deve ser dada aos pais na primeira reunião e constar em acta.

- Os PI’s serão trimestrais no caso do Jardim de Infância, e semestrais para a Creche. Para a elaboração dos mesmos, deverão ser usadas as Áreas de Desenvolvimento da Creche (Autonomia, Cognição, Comunicação e Linguagem, Motricidade e Socialização ou Pessoal e Social, Cognitiva, Criativa e Motora) e as Áreas de Conteúdo do Pré-Escolar (Área da Formação Pessoal e Social, Área do Conhecimento do Mundo e Área da Expressão e Comunicação).

- Deverá existir uma planificação mensal para o Jardim de Infância e um Projecto Pedagógico trimestral para a Creche (Planificação), com planos diários de actividades. O modelo de planificação e projecto, será o mesmo indicado pelo Manual de Processos Chave do ISS.

Se querem começar já a trabalhar (agora em Fevereiro), e de forma certa, a vossa equipa pedagógica deve reunir-se (e olhem que será necessário disporem de algum do vosso tempo pós-laboral), pegar em todos os perfis de desenvolvimento de todas as idades e organizá-los: por áreas (quer de desenvolvimento quer de conteúdo), depois por subtemas (tal como estes surgem nos actuais perfis – ex.: relações interpessoais) e os objectivos específicos. Podem manter os que lá estão ou eliminar e adicionar outros que vocês achem que se enquadram melhor.
Para facilitar o trabalho, vocês podem adicionar 3 ou 2 colunas  aos vossos perfis (consoante a valência) sobre as avaliações (não alcançado, emergente e alcançado), eliminando assim as 3 últimas colunas do Perfil de Desenvolvimento. Cada conjunto dessas colunas irá permitir fazer a vossa avaliação por trimestre/semestre.

Depois de terem tudo isto pronto, vocês devem criar uma LISTA DE MONITORIZAÇÃO DOS OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS para cada idade. A que se refere esta lista? Muito bem, esta lista é nada mais, nada menos, do que uma lista de objectivos gerais que vocês irão criar para cada um dos conjuntos de subtemas e objectivos específicos que tem o vosso perfil de desenvolvimento. Nota importante, os objectivos específicos que constarem desta lista, têm obrigatoriamente de ser os mesmos que vocês optaram por colocar no Perfil de Desenvolvimento de cada idade. Deixo apenas um exemplo de como poderá ser essa lista e do que ela deve conter. O que está a negrito é o objectivo geral.
 
 
Se repararem, o Plano Individual também sofreu algumas alterações. Eu costumava numerar os objectivos em cada área de 1 a x, e na seguinte iniciava novamente a numeração em 1, mas as novas indicações é que se sigam sempre os números sem recomeçar do início a cada área.

 
 

Os manuais da qualidade, podem fazer o download através deste link; http://www2.seg-social.pt/left.asp?05.18.08.02

Não se esqueçam dos registos de entradas e saidas, dos registos de higienização que devem ser individuais, das autorizações para tomas de medicação SOS, para tirarem fotografias e para eventuais saídas. Tudo isso deve constar do processo da criança. Se os pais assinalam a tma de um medicamento, por favor, registem numa grelha no processo da criança incluindo a data de balidade do mesmo.
 
Qualquer dúvida, por favor, disponham!

Se não ficaram completamente esclarecida, por favor, enviem e-mail que eu tento ajudar e esclarecer de outra forma.

À medida que vamos usando os documentos, eles vão sofrendo alterações, de forma a que se tornem satisfatórios e coerentes com a nossa forma de trabalhar. Por isso se vocês se depararem com esta situação, não se assustem, é perfeitamente normal.

Beijinhos
         a Educadora!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Planificações: Dezembro, Janeiro e Fevereiro

Olá de novo!


Desta vez vienho deixar-vos as 3 planificações em falta:











Façam o download clicando do mês.
Um beijo enorme,

a Educadora!

Questionários de avaliação da satisfação - clientes e colaboradores


Olá colegas!

O desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade, de acordo com o Modelo de Avaliação da Qualidade, aplicado aos serviços prestados pelas Respostas Sociais, permite a melhoria do desempenho organizacional e da satisfação dos clientes, colaboradores e parceiros (partes interessadas).

Como ferramenta de apoio à implementação do Modelo de Avaliação da Qualidade, nomeadamente no que se refere ao Critério 5 – Satisfação dos Clientes e Critério 6 – Satisfação das Pessoas, foram desenvolvidos três questionários dirigidos a clientes, colaboradores e parceiros e que visam sobretudo:
• Avaliar o grau de satisfação em relação a aspectos específicos e globais da resposta social.
• Identificar pontos fortes e áreas de melhoria.

Os questionários devem ser aplicados ao universo dos clientes, colaboradores e parceiros. A obtenção de respostas e a fidelidade dos resultados deve ser garantida através, da transmissão clara dos objectivos pretendidos e, da definição de uma metodologia de distribuição e recolha dos questionários, que assegure o anonimato.

Neste sentido, a organização de uma sessão ou a elaboração de uma carta de apresentação que explique exactamente os objectivos e a forma de devolução do questionário pode constituir um meio de optimizar os resultados.

Por último, ao realizar questionários de satisfação, estamos a criar expectativas de melhoria junto dos destinatários, torna-se assim necessário assegurar que os resultados obtidos são divulgados e que é incentivada a participação na definição das acções de melhoria a introduzir.

As acções definidas devem ser efectivamente implementadas.
 
 
Variáveis de Análise

O Grau de Satisfação dos Clientes é determinado por diversas variáveis, variáveis essas que não sendo de observação directa devem estar associadas a um conjunto de indicadores obtidos directamente através das perguntas colocadas a cada cliente da resposta social Creche.





Variáveis de Análise

O Grau de Satisfação dos Colaboradores é determinado por diversas variáveis, variáveis essas que não sendo de observação directa devem estar associadas a um conjunto de indicadores obtidos directamente através das perguntas colocadas a cada colaborador da resposta social Creche.





Beijinhos,
a Educadora!

Modelo de Avaliação da Qualidade - nível B



 Beijinhos,
a Educadora!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Modelo de Avaliação da Qualidade


Olá a todos, caros colegas!

O Modelo de Avaliação da Qualidade (adiante designado Modelo) é um referencial normativo que se baseia nos princípios de gestão da qualidade e onde são estabelecidos os requisitos necessários à implementação do Sistema de Gestão da Qualidade dos serviços prestados pelas Respostas Sociais.

O Modelo tem por objectivos:

• Ser um instrumento de diferenciação positiva das Respostas Sociais, permitindo incentivar a melhoria dos serviços prestados.
• Ser um instrumento de auto-avaliação das Respostas Sociais, permitindo rever de uma forma sistemática o desempenho da organização, as oportunidades de melhoria e a ligação entre aquilo que se faz e os resultados que se atingem.
• Apoiar no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade nas
Respostas Sociais, permitindo uma melhoria significativa da sua organização e funcionamento, nomeadamente através de:
    − melhoria da eficiência e a eficácia dos seus processos;
    − maior grau de participação dos clientes, nos serviços que lhes são destinados;
    − maior dinamização e efectivação da participação da família no âmbito da Resposta Social;
    − aumento do grau de satisfação das expectativas e necessidades dos clientes, colaboradores, fornecedores, parceiros e, de um modo geral, de todo o meio envolvente da organização e da sociedade em geral.

A opção pela elaboração de uma lista de verificação exaustiva de todos os requisitos associados aos critérios, constitui uma ferramenta que ajuda o serviço a analisar as suas lacunas, a equacionar soluções e a planear a melhoria da sua qualidade.

• Agregar num referencial normativo, todos os requisitos aplicáveis a uma determinada Resposta Social desenvolvida pelos estabelecimentos, independentemente de se tratar de um Estabelecimento Oficial, IPSS ou Entidade Privada, obtendo-se assim uma harmonização a nível nacional das regras de funcionamento para os serviços prestados pelos estabelecimentos garantido deste modo, o mesmo nível de qualidade do serviço prestado, independentemente da natureza jurídica do estabelecimento.

• Ser constituído como um referencial normativo num Sistema de Qualificação das Respostas Sociais.

Conceitos de Referência

ORIENTAÇÃO PARA OS RESULTADOS
Excelência é alcançar resultados que encantam todos os “stakeholders” da organização.

FOCALIZAÇÃO NO CLIENTE
Excelência é criar valor sustentável para o cliente.

LIDERANÇA E CONSTÂNCIA NOS PROPÓSITOS
Excelência é liderança visionária e inspiradora, indissociada de uma constância de propósitos.

GESTÃO POR PROCESSOS E POR FACTOS
Excelência é gerir a organização através de um conjunto de sistemas, processos e factos interdependentes e interrelacionados.

DESENVOLVIMENTO E ENVOLVIMENTO DAS PESSOAS
Excelência é maximizar a contribuição dos colaboradores através do seu desenvolvimento e envolvimento.

APRENDIZAGEM, INOVAÇÃO E MELHORIA CONTÍNUAS
Excelência é desafiar o “status quo” e efectuar a mudança, utilizando a aprendizagem para desencadear a inovação e oportunidades.

DESENVOLVIMENTO DE PARCERIAS
Excelência é desenvolver e manter parcerias com valor acrescentado.

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA
Excelência é exceder o enquadramento legal mínimo no qual a organização opera e empreender esforços para compreender e responder às expectativas dos “stakeholders” na sociedade.


VISÃO GERAL
O Modelo baseia-se em oito critérios, sendo quatro respeitantes aos Meios e quatro aos Resultados.


CRITÉRIOS MEIOS
Critérios que se reportam à forma como as actividades da resposta social são desenvolvidas, ou seja, o que se faz e como se faz.

1.Liderança, Planeamento e Estratégia - Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da organização e como a organização formula, implementa e revê a sua estratégia e a converte em planos e acções.

2. Pessoas - Como a organização gere, desenvolve e liberta o potencial dos seus colaboradores.

3. Parcerias e Recursos - Como a organização planeia e gere as suas parcerias externas e os seus recursos internos de uma forma eficaz e eficiente.

4. Processos - Como a organização concebe, gere e melhora os seus processos de modo a gerar valor para os seus clientes.


CRITÉRIOS RESULTADOS
Avaliam o produto final das acções empreendidas, ou seja, o que se conseguiu alcançar como consequência da gestão que é feita dos Meios.

5. Resultados Clientes - O que a organização está a alcançar relativamente à satisfação dos seus clientes externos.

6. Resultados Pessoas - O que a organização está a alcançar relativamente à satisfação dos seus colaboradores.

7. Resultados Sociedade - O que a organização está a alcançar relativamente à satisfação das necessidades e expectativas da comunidade em que se insere.

8. Resultados Chave do Desempenho - O que a organização está a alcançar relativamente ao desempenho planeado.

Fundamentalmente, o Modelo diz-nos que:
Resultados Excelentes no que se refere ao Desempenho, Clientes, Pessoas e Sociedade são alcançados através da Liderança na condução do Planeamento e Estratégia, das Pessoas, dos Recursos e Parcerias e dos Processos. (EFQM, Modelo de Excelência da EFQM).

Os requisitos do critério 4 – Processos, relativos ao que a organização faz para gerir e melhorar os seus processos, foram estabelecidos para cada tipo de Resposta Social (p. e. Creche, Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário, Lar de Infância e Juventude, Centro de Actividades Ocupacionais).

A elaboração deste Modelo teve como referências a norma NP EN ISO 9001:2000 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos e o Modelo de Excelência da European Foundation for Quality Management (EFQM) e será periodicamente avaliado e revisto, face a alterações que o venha a justificar e aos resultados da sua implementação.


SISTEMA DE QUALIFICAÇÃO DAS RESPOSTAS SOCIAIS
O Modelo proposto baseou-se numa filosofia de melhoria contínua da qualidade, pelo que para cada critério foram estabelecidos três níveis de exigência para o cumprimento dos requisitos – Nível C, B e A – permitindo a sua implementação gradual ao longo de um determinado período de tempo:

Nível C – cumprimento dos requisitos assinalados no Modelo na coluna “Nív.” com C.
Nível B – cumprimento dos requisitos assinalados no Modelo na coluna “Nív..” com C e B.
Nível A – cumprimento dos requisitos assinalados no Modelo na coluna “Nív..” com C, B e A.

O Sistema de Qualificação das Respostas Sociais (SQRS) tem como objectivo a qualificação das respostas sociais através da avaliação da conformidade dos serviços com os requisitos estabelecidos nos critérios deste Modelo.
Neste sentido, o SQRS prevê a existência de três níveis de qualificação (C, B e A) para as Respostas Socais.

O SQRS é baseado num conjunto de regras, requisitos e metodologias e será operacionalizado por entidades qualificadoras, externas, independentes e acreditadas no âmbito do Sistema Português da Qualidade.
A qualificação permitirá, a nível externo, evidenciar que a Resposta Social tem em funcionamento um sistema de gestão que garante a conformidade dos seus serviços com os requisitos deste Modelo, criando-se para o efeito metodologias de divulgação pública das Respostas que obtenham a qualificação.




Para o Nível C, fica aqui o PDF com os critérios da check-list do ISS.








Beijinhos,
a Educadora

domingo, 30 de janeiro de 2011

Viver a qualidade



Olá caros/as colegas!

Conhecem esta marca?
Pois bem, para quem não conhece, eu vou passar a explicar. Esta marca é simbolo de Certificado de Qualidade que as nossas instituições receberão caso optem por se certificarem, neste caso para o nível C.

Como a Ana M. mencionou, e bem, já existe uma 2ª edição, revista, dos Manuais de Gestão da Qualidade do ISS. Fiquei a saber disso este fim de semana, mas ainda não me dediquei a 100% a isso, vou tentar fazê-lo esta semana para poder trazer-vos novidades.
Entretanto deixo-vos aqui uma nota:

Sabiam que não somos obrigados a ser certificados, mas temos de ter o nível C da qualidade implementado?

Beijinhos,
a Educadora!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

2º Seminário Coisas de Criança - Viver a Qualidade em Creche e Jardim de Infância

Olá a todos(as),

A revista "Coisas de Criança" vai realizar, um seminário em parceria com o Instituto da Segurança Social, que visa facilitar os processos de implementação da Certificação da Qualidade nas respostas sociais de creche e pré-escolar.
Não sei se alguma de vocês frequentou o 1 Seminário, que pelo que ouvi dizer foi excelente, mas eu já não fui a tempo. Contudo, foi logo idealizado um 2º, que vai decorrer no dia 29 de Janeiro de 2011.

Eu já me inscrevi e vocês?
Mais informações aqui - ficha de inscrição.

Beijinhos,
a Educadora!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Curso de Formação SGQ em IPSS’s

Olá bom dia!

Numa das minhas pesquisas pela internet, descobri mais uma formação sobre o Sistema de Gestão da Qualidade em IPSS'S, que poderão ver aqui.



"A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela vai levar a cabo um Curso de Formação no dia 10 de Dezembro, sobre a Implementação da Gestão de Qualidade, SGQ em IPSS’s Manuais de Qualidade nas Respostas Sociais.” PDF- Formação-SCMM.


Contactos: Tel:278201030 ; Fax:278262977
Mail: geral-scmm@sapo.pt"


Beijinhos,
a Educadora!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Perfil de Desenvolvimento da criança - 4 a 5 anos

(Imagem retirada da net)


Olá colegas,

vim, mais uma vez, deixar-vos umas dicas, que encontrei pela web (em diversos sites, nada é da minha autoria), para que possam adaptar o Perfil de Desenvolvimento da criança, para os 4 a 5 anos no Jardim de Infância.
Um beijinho grande,
a Educadora!

 
Desenvolvimento da criança (de 4 a 5 anos)


Desenvolvimento Físico
• Rápido desenvolvimento muscular;
• Grande actividade motora, com maior controlo dos movimentos;
• Consegue escovar os dentes, pentear-se e vestir-se com pouca ajuda;

Desenvolvimento Intelectual
• Adquiriu já um vocabulário alargado, constituído por 1500 a 2000 palavras; manifesta um grande interesse pela linguagem, falando incessantemente;
• Compreende ordens com frases na negativa;
• Articula bem consoantes e vogais e constrói frases bem estruturadas;
• Exibe uma curiosidade insaciável, fazendo inúmeras perguntas;
• Compreende as diferenças entre a fantasia e a realidade;
• Compreende conceitos de número e de espaço: "mais", "menos", "maior", "dentro", "debaixo", "atrás";
• Começa a compreender que os desenhos e símbolos podem representar objectos reais;
• Começa a reconhecer padrões entre os objectos: objectos redondos, objectos macios, animais...

Desenvolvimento Social
• Gosta de brincar com outras crianças; quando está em grupo, poderá ser selectiva acerca dos seus companheiros;
• Gosta de imitar as actividades dos adultos;
• Está a aprender a partilhar, a aceitar as regras e a respeitar a vez do outro;

Desenvolvimento Emocional
• Os pesadelos são comuns nesta fase;
• Tem amigos imaginários e uma grande capacidade de fantasiar;
• Procura frequentemente testar o poder e os limites dos outros;
• Exibe muitos comportamentos desafiantes e opositores;
• Os seus estados emocionais alcançam os extremos: por ex., é desafiante e depois bastante envergonhada;
• Tem uma confiança crescente em si própria e no mundo;

Desenvolvimento Moral
• Tem maior consciência do certo e errado, preocupando-se maioritariamente em fazer o que está certo; pode culpar os outros pelos seus erros (dificuldade em assumir a culpa pelos seus comportamentos);

Desenvolvimento lúdico, emocional e social:
- Alegre, insinuante, energética;
- Energia associada a uma grande actividade mental;
- Nas brincadeiras teatrais, mete-se nos papéis e sai deles com a maior das facilidades;
- No desenho é, muitas vezes, um autêntico improvisador;
- Põe nomes aos desenhos durante ou depois da sua execução, mas não antes;
- A criação de imagens mentais é extremamente volátil e as imagens vivem metamorfoses constantes (p.e. o que inicialmente poderia parecer-nos o desenho de uma figura humana rapidamente se transforma numa outra coisa qualquer);
- É muitas vezes resistente e rebelde quando contrariada, podendo mostrar-se arrogante, chamar nomes e ameaçar;
- Verifica-se uma luta entre os impulsos da criança e o ingresso na cultura (normas, regras), pelo que se assiste a uma ambivalência emocional por parte da criança;
- Brinca muito com as outras crianças sendo dotada de grande imaginação e fantasia;
- Retira uma grande satisfação das relações sociais;
- Nomeia o(s) melhor(es) amigo(s);
- Pode surgir o amigo imaginário;
- É mais confiante e segura de si.

Desenvolvimento da auto-suficiência social:
- Lava a cara e as mãos sem ajuda;
- Controlo estabilizado dos esfincteres (por norma seco à noite);
- Veste-se e despe-se sozinha, se habituada;
- Abotoa dois botões;
- Calça sapatos e meias sem ajuda;
- Ajuda a pôr a mesa (no mínimo 3 peças);
- Sente prazer em ajudar nas tarefas domésticas;

Desenvolvimento da visão e manipulação:
- Distingue o tamanho e a forma dos objectos;
- Empilha 2 ou mais argolas numa estaca por ordem de tamanho;
- Estabelece relações espaciais (cima, baixo, à frente, atrás);
- Demonstra compreensão, apontando, se um objecto é pesado ou leve;
- Emparelha e nomeia pelo menos as cores primárias mais duas;
- Consegue enroscar e desenroscar objectos (p.e. tampa de plástico em garrafa);
- Aprende a contar os dedos;
- Agarra um número específico de objectos quando lhe pedem;
- Desenha um triangulo, a pedido;
- Recorta formas curvas com tesoura;
- Dobra um quadrado de papel uma ou duas vezes;
- Enfia 12 contas ou mais;
- Constrói uma ponte estável com cubos e faz passar um combóio/carro por baixo dela;
- Desenha figuras humanas com cabeça, tronco e membros, segurando bem o lápis;
- Faz formas de argila composta de 2 a 3 partes;
- Separa objectos por categoria;
- Adquire a acuidade visual próxima da do adulto.

Desenvolvimento motor:
- Grande actividade motora;
- Anda ao pé coxinho sendo capaz de saltar cinco vezes consecutivas;
- Fica apoiada num pé só, sem ajuda, por 4 a 5 segundos;
- Corre conseguindo mudar a direcção (corre muito dentro de casa, salta e trepa);
- Pula para trás e consegue saltar para a frente dez vezes sem cair;
- Desce escadas sem apoios alternando os dois pés;
- Salta dois degraus a pés juntos;
- Caminha sobre uma tábua de equilibrio;
- Anda de triciclo sendo capaz de virar nas esquinas;
- Marcha ao ritmo da música;
-Consegue agarrar uma bola com as duas mãos, lançada a uma distância entre 1 a 2 metros.

Desenvolvimento da fala e linguagem:
- Intelegível e gramaticalmente correcto;
- Conta experiências e aconticementos recentes;
- Está sempre a fazer perguntas;
- Gosta de longas histórias, confunde realidade e fantasia;
- Conta rimas e canções correctamente;
- Usa frases compostas;
- Sabe encontrar o par do objecto/imagem;
- Conta uma história conhecida, recorrendo apenas a ilustrações;
- Nomeia cores;
- Define palavras pelo uso;
- Faz perguntas como “o que estás a fazer?” ou “o que fizeste?”;
- Executa 3 ordens em sequência;
- Aparecimento de “se” e “então” nas frases;
- Combina 4 a 7 palavras nas frases;
- Erros de concordância nome/verbo e nome/adjectivo frequentes;
- Utiliza correctamente expressões como: isto, aquilo, aqui, ali;

domingo, 14 de novembro de 2010

Perfil de Desenvolvimento da criança - 3 a 4 anos

(Imagem retirada da net)
Olá colegas,

vim deixar-vos umas dicas, que encontrei pela web (em diversos sites, nada é da minha autoria), para que possam adaptar o Perfil de Desenvolvimento da criança - 3 a 4 anos, ao Jardim de Infância. Já que na Creche é como que "obrigatório" implementar o PDC, mais vale não perder a "pedalada" e fazer nas duas valências.

Um beijinho grande,
a Educadora!



Desenvolvimento da criança (de 3 a 4 anos)


Desenvolvimento Físico
• Grande actividade motora: corre, salta, começa a trepar escadas, pode começar a andar de triciclo; grande desejo de experimentar tudo;
• Embora ainda não seja capaz de apertar os atacadores, veste-se sozinha razoavelmente bem;
• É capaz de comer sozinha com uma colher ou um garfo;
• Faz puzzles simples;
• Copia figuras geométricas simples;
• É cada vez mais independente ao nível da sua higiene; é já capaz de controlar os esfíncteres (sobretudo durante o dia);

Desenvolvimento Intelectual
• Compreende a maior parte do que ouve e o seu discurso é compreensível para os adultos;
• Utiliza bastante a imaginação: início dos jogos de faz-de-conta e dos jogos de papéis;
• Compreende o conceito de "dois";
• Sabe o nome, o sexo e a idade;
• Repete sequências de 3 algarismos;
• Começa a ter noção das relações de causa-efeito:
• É bastante curiosa e inquiridora;

Desenvolvimento Social
• É bastante sensível aos sentimentos dos que a rodeiam relativamente a si própria;
• Tem dificuldade em cooperar e partilhar;
• Preocupa-se em agradar os adultos que lhe são significativos, sendo dependente da sua aprovação e afecto;
• Começa a aperceber-se das diferenças no comportamento dos homens e das mulheres;
• Começa a interessar-se mais pelos outros e a integrar-se em actividades de grupo com outras crianças;

Desenvolvimento Emocional
• É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de tempo;
• Começa a desenvolver alguma independência e auto-confiança;
• Pode manifestar medo de estranhos, de animais ou do escuro;
• Começa a reconhecer os seus próprios limites, pedindo ajuda;
• Imita os adultos;

Desenvolvimento Moral
• Começa a distinguir o certo do errado;
• As opiniões dos outros acerca de si própria assumem grande importância para a criança;
• Consegue controlar-se de forma mais eficaz e é menos agressiva;
• Utiliza ameaças verbais extremas, como por exemplo "Eu mato-te!", sem ter noção das suas implicações;

Acções que Realiza
- Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.
- Gosta de desenhar.
- Nesta fase já consegue segurar um lápis na posição correta.
- Consegue pedalar.

Como Reage
- Brinca com as outras crianças.
- Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo.

Desenvolvimento da auto-suficiência social:
- Come sozinha com uma colher ou grafo;
- É mais independente ao nível da sua higiene (ex. Lava e seca as mãos com ajuda, vai sozinha à casa de banho);
- É capaz de controlar os esfincteres durante o dia e a noite;
- Consegue vestir e despir sem ajuda algumas peças de roupa com fecho simples.

Desenvolvimento da Fala e Linguagem:
- Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.
- Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.
- É comum a troca do "r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.
- Compreende os conceitos de igual e diferente.
- É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.
- Lembra e conta histórias;
- Gosta de histórias e ouve-as atentamente;
- Sabe o nome, o sexo, a idade e usa pronomes e plurais;
- Conta pequenos episódios, faz conversas e pergunta muito;
- Sabe canções e rimas;
- Em regra conta até 10, mas tem pouca noção de quantidade;
- Melhoria da inteligibilidade do discurso e capacidade articulatória;
- Começa a ter noções espaciais;
- Responde a ordens envolvendo 2 a 3 acções ou 2 objectos;
- Combina 4 a 5 palavras na frase;
- Usa frases compostas com “e”;
- Aparecimento da conjunção “porque”;
- Descreve 2 acontecimentos pela ordem que ocorrem;
- Emprega os tempos passados dos verbos;
- Identifica correctamente a utilidade dos objectos familiares.

Desenvolvimento lúdico, emocional e social:
- Preocupa-se e agradar os adultos que lhe são significativos;
- Interessa-se mais pelos outros e pelos jogos e brincadeiras com outras crianças, retirando satisfação;
- É afectuada com irmãos ou amigos, sendo capaz de partilhar brinquedos;
- Grande interesse por actividades lúdicas e imaginativas: início dos jogos de faz-de-conta (introduz pessoas e coisas imaginárias) e dos jogos de papéis (imitação dos adultos);
- Começa a aperceber-se das diferenças no comportamento dos homens e das mulheres;
- É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de tempo;
- Pode manifestar medo de estranhos, de animais e do escuro.

Desenvolvimento da visão e manipulação:
- Agarra cubos e passa-os de uma para a outra mão;
- Constrói uma torre com 9 cubos e uma ponde com 3;
- Agarra bolinhas de papel em movimento de “pinça”;
- Segura um lápis entre o polegar e o indicador, descansando no 3º dedo;
- Corta papel com uma tesoura;
- Copia linhas verticais, horizontais e formas simples (ex. Círculo);
- Desenha figuras humanas já perceptíveis (ex. Cabeça e outra parte);
- Faz puzzles simples (3 peças ou prancha de formas);
- Nomeia algumas cores primárias;
- Emparelha até 7 letras (T com T, H com H, distinguindo as diferenças visuais entre elas).

Desenvolvimento Motor:
- Corre, salta, trepa os móveis, empurra objectos grandes à volta dos obstáculos;
- Equilibra-se de pé, por pouco tempo, numa só perna;
- Anda na ponta dos pés;
- Pedala e conduz um triciclo;
- Dá pontapés com forla numa bola e apanha uma bola grande com os braços estendidos;
- Sobe escadas alternando os pés, mas quando desce fá-lo degrau a degrau, podendo saltar o último a pés juntos;
- É consciente dos seus movimentos e do seu tamanho em relação aos objectos que a rodeiam podendo desviar-se deles.

sábado, 13 de novembro de 2010

Gestão dos Planos de Desenvolvimento Individuais (PDI's)

(Imagem retirada da net)

Olá colegas!

Tenho estado um pouco ausente, por motivos profissionais, mas venho partilhar com todos vocês a experiência que tive nos últimos dias, à cerca de uma formação super importante: "Gestão dos Planos de Desenvolvimento Individuais".

Eu sei que vos tenho passado informação sobre os impressos constantes do Manual de Processos Chave da creche do ISS, mas após esta formação, penso que vos devo esclarecer sobre alguns (muitos) pontos, que até ao momento eu também não sabia.

Ora bem, dos 3 manuais da qualidade que o ISS apresenta para a Creche, devem iniciar a vossa leitura pelo Manual de Avaliação da Qualidade. Isto por um único motivo: ao lermos a manual, temos umas perguntas às quais deveremos responder e aí verificarmos em que nível de qualidade a nossa instituição se encontra (A, B ou C). Depois (e isto deve ser debatido com a direcção), deveremos saber qual o nível de qualidade que pretendemos ter e trabalhar (muito) para implementar este trabalho. Só depois de saber qual o nível de qualidade que pretendemos é que poderemos introduzir os procedimentos e impressos constantes no Manual de Processos Chave, de acordo com o nível definido.

Embora os 3 manuais da qualidade do ISS sirvam para implementar a qualidade na nossa instituição, com o objectivo de obter a certificação da qualidade do mesmo, o material constante no Manual de Processos Chave deve ser implementado (se não na sua totalidade, pelo menos de forma gradual), por fim a evitar as multas resultantes das inspecções efectuadas pelo ISS. A sim, sempre nos vamos familiarizando com este processo, o que poderá facilitar a transição mais tarde.

A Certificação da Qualidade da nossa Creche/Jardim de Infância só vem aumentar a competitividade entre estabelecimentos.

Isto quer dizer o seguinte: os pais procuram qualidade de serviço e isso só poderá ser garantido por uma certificação (o nosso bom desempenho profissional não basta). E na hora em que tiver de escolher uma instituição para os seus filhos, por certo que procuraram estabelecimentos certificados (que por sinal passarão a constar numa lista de equipamentos com certificação da qualidade).

Muita coisa teria e tenho para partilhar convosco, mas tem de ser algo efectuado com calma. Peço-vos apenas que em conjunto com os vossos superiores hierárquicos discutam esta situação da certificação da qualidade. Decidam que nível pretendem ou pretenderão um dia ter e comecem a trabalhar para ele, leiam o manual de avaliação da qualidade e gradualmente comecem a mudar os "velhos hábitos". Pelo que vi, este é um processo moroso (mínimo 2 anos de muito trabalho), que acarreta alguns custos (a nível da implementação da qualidade que pode ser feita com o auxílio de alguém qualificado para a situação e depois da própria certificação) mas que só nos traz vantagens.

Para as colegas do Jardim de Infância, ainda não existe nada direccionado para esta valência, mas podem sempre adaptar o material da creche, até porque deve estar tudo em conformidade entre as duas valências.

Eu posso fornecer-vos (através de pedidos de e-mail) os meus apontamentos da formação bem como os manuais, os impressos, etc. Por certo será bem mais fácil a sua compreensão, contudo, para quem já está a tentar implementar isto, vou deixar-vos umas "dicas":

    1º - O preenchimento da Ficha de Diagnóstico deve ser feito nos primeiros 15 dias de Setembro, de preferência numa reunião entre a educadora e os pais de todas as crianças da sala, isto porque se for enviada para casa nem todas voltam (eu enviei 13 e só voltaram 10, se tanto). A reunião serve para esclarecer dúvidas quanto ao seu preenchimento e se for feita em conjunto poupa-se tempo e trabalho;

    2º - Preenchimento do Programa de Acolhimento Inicial da criança - PAI (1 por criança, referente ao mês de Setembro, mês do acolhimento). Deve ser preenchido para todas as crianças, mesmo as que já frequentavam, isto porque existe sempre mudança de sala, ou de educadora, ou de auxiliar ou de colegas ou período de férias... Deve ser dado a conhecer aos pais e assinado pelos mesmos;

    3º - Preechimento do Perfil de Desenvolvimento da Criança ou Perfil de Competências, como lhe queiram chamar, ainda durante o mês de Setembro. Tal como o nome diz, é 1 perfil de desenvolvimento por cada criança. Quem já consultou os impressos que facultei da creche, pode fazer o seu e adicionar as alterações que nos foram propostas:
   - preenchimento por períodos, as colunas referentes aos dados de aquisição podem ser triplicadas para cada período e pode ainda ser acrescentada uma outra coluna, a de "não observado", para o caso de ser uma competência que ainda não corresponde à faixa de desenvolvimento da criança (dos 18 aos 35 meses, p.e. existem diferentes níveis de desenvolvimento) ou a criança faltou e não permitiu que esse item fosse observado, Devem, também, ser dado a conhecer aos pais e assinado pelos mesmos;

    4º - Através dos itens de desenvolvimento do Perfil anterior, vamos "pegar" no "ainda não" e "emergente", para aí preencermos o nosso PDI (Plano de Desenvolvimento Individual da criança). Cada PDI é único e com ele pretendemos desenvolver as competências em que a criança se encontra menos apta. Depois de termos o PDI de todas as crianças realizado, aí sim, começamos a planificar, tendo em conta os objectivos propostos pelos mesmos, ou seja, a planificação vai englobar de uma forma geral os objectivos individuais de cada um, objectivos esses, que no PDI deverão ser o mais específicos possiveis (P.e.: num PDI pretende-se que a criança conte até 3, para isso vamos planificar actividades que nos permitam isso: cantar a canção "1, 2, 3 castanhas").
Por forma a facilitar o nosso trabalho, na coluna de acompanhamento do PDI, podemos ir anotando o desenvolvimento da criança, o que nos vai ajudar na altura da realização das avaliações.

NOTA: Antes de fazermos um PDI, temos sempre que preencher o Perfil de Desenvolvimento da criança, ou seja, um PDI por período exige o preenchimento de 3 PDC's, daí o triplicado das colunas referido anteriormente. No final é sempre necessário fazer o Relatório de Avaliação do PDI. Não se esqueçam de ir fazendo registos (fotográficos ou não) das actividades constantes no PDI, que poderão depois ser usadas para o Portfólio, pois para o ISS é necessário termos como comprovar tudo o que fazemos, caso contrário não o fazemos.

    5º - Relativamente a Mapas Individuais de Registo diário da Higiene / Alimentação / Repouso / Medicação, etc é mais fácil e mais económico para nós a implementação e uso da caderneta. Lá poderemos ter isto tudo e ainda mais, como: lista SOS, solicitação de administração da medicação, recados e informações, o que nos facilita o trabalho e podemos contar com a ajuda da auxiliar para a preencher.

    6º - Os Registos diários das entradas e saídas do estabelecimento, tem de ser individual, por isso podemos fazer uma folha mensal que deverá ser assinada diariamente quer pelo funcionário que recebe e entrega a criança, quer pela pessoa que a traz e vem buscar. Podemos ainda adicionar um coluna sobre a caderneta, onde os pais vão assinalar com uma cruz, caso tragam algum recado/informação, assim essas serão as primeiras cadernetas a serem vistas, por forma a não falhar, por exemplo, com a administração de um medicamento.

Muito mais sobre isto tenho para vos falar, por isso a quem o pretender, basta enviar-me um e-mail a pedir a informação, que eu terei todo o gosto em passar-vos os meus apontamentos e aí, quem sabe, discutirmos a melhor forma de implementar a qualidade no nosso serviço.
Poderão também consultar a página de ums instituição já certificada, que neste momento é um exemplo em Portugal, a nível de qualidade a casiis.
 
Por favor, partilhem connosco a vossa experiência nesta área, só assim poderemos ser melhores e aprender mais.
 
Um beijinho,
a Educadora!

domingo, 7 de novembro de 2010

A minha pequena ajuda


Caros amigos/as!

Foi-me pedida ajuda, por parte de uma colega, e dessa forma venho partilhar a forma como eu estou a aplicar e usar os documentos que vos facultei.

Eu vou tentar explicar o que eu fiz:


* Preenchi o Programa de Acolhimento Inicial para o mês de Setembro, apenas, uma vez que considero este como o mês crucial para a adaptação e integração da criança. Foi o único documento que dei a conhecer e assinar aos pais e fi-lo durante a reunião de pais.

* Quanto ao PDI (Plano de Desenvolvimento Individual), eu preenchi-o como se fosse uma "lista" de competências/metas a alcançar e desenvolver no grupo geral de crianças. Ou seja, seleccionei algumas competências do projecto a alcançar durante o 1º período para o grupo e fui apenas acrescentando outras competências no PDI de algumas crianças, nas quais se justificava (por exemplo, tenho crianças com necessidades educativas, para as quais tive de adaptar o PDI).
   No final do período, vou usar o Relatório de Avaliação do Plano de Desenvolvimento Individual como grelha de avaliação do período. É óbvio que terá algumas adaptações, que só poderei realizar na altura, mas será esse o meu objectivo. Na reunião de pais, ao entregar a avaliação, entregarei o PDI em anexo com o relatório.

* Quanto aos Processos Individuais e Ficha de Avaliação de Diagnóstico, uns dias antes da reunião (2 a 3 dias) entreguei aos pais (das crianças novas e das que já frequentavam a creche) e pedi que preenchessem em casa. Em caso de dúvida, poderiamos esclarecer na reunião ou nos horários de atendimento aos pais.
 
Espero poder ter ajudado.
 
Um beijinho,
a Educadora!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Planificação do mês de Novembro


(Imagem retirada da net)

Olá de novo!

Desta vez vim deixar-vos já a planificação de Novembro, fresquinha, fresquinha!
Façam o download aqui.

Um beijo enorme,
a Educadora!

Planificação do mês de Outubro

(Imagem retirada da net)

Caros amigos/as!

Venho deixar-vos a planificação de Outubro, que poderão consultar e efectuar o download aqui. Espero que vos possa ser útil. Mais tarde colocarei o relatório de avaliação desta planificação.

Outra coisa, quem verificar a planificação com atenção, tem alguns dados que estão meio que "errados", pelo menos relativamente à coluna onde se encontram. A verdade é que apenas me dei conta de que estava a fazer de forma incorrecta, ou melhor, menos correcta, quando estava a preparar o plano de Novembro. Mas como essa foi a planificação, optei por não a modificar. Tive em atenção o sucedido na planificação de Novembro =)

E isto é assim, só com o passar do tempo é que conseguimos verificar que algumas coisas podem ser feitas de outra forma!

Um beijinho,
a Educadora!

P.S. - e por favor, manifestem a vossa opinião nos comentários, só assim podemos fazer melhor!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Relatório de Avaliação da Planificação Mensal - Setembro

(Imagem retirada da net)

Olá a todos/as!

Tal como vos prometi venho deixar o Relatório de Avaliação da Planificação Mensal de Setembro. Mais uma vez é uma adaptação de um documento constante no Manual de Processos Chave da Creche. Não faço ideia como as outras pessoas o estão a preencher, mas eu é desta forma que o faço.

Sugestões e dúvidas, não se esqueçam de partilhar, ok?

Um beijinho muito grande...
a Educadora!

domingo, 24 de outubro de 2010

Planificação do mês de Setembro

(IMAGEM RETIRADA NA INTERNET)


Olá a todos/as!

Peço imensas desculpas pela minha ausência, mas o excesso de trabalho, bem como a minha saúde não me têm permitido surgir por aqui e actualizar o blog com as minhas novidades...

Bem, mas para dar inicio a uma actualização rápida, deixo a planificação do mês de Setembro, que poderão descarregar aqui. Foi feita uma adaptação do modelo de Projecto Pedagógico do Manual de Processos Chave da Creche, da Segurança Social, com o modelo usado pela maioria das educadoras.
A meu ver é uma forma prática de planificar para uma idade, em que é um risco enorme planificar actividades especificas, uma vez que as mesmas vão surgindo de acordo com as necessidades do grupo.

Espero que vos possa ser útil. Mais tarde colocarei o relatório de avaliação desta planificação, também baseado no modelo de Projecto Pedagógico, acima referido.

Beijinhos,
a Educadora

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Finalmente completo as novidades =)

Olá novamente!

Finalmente terminei de passar as grelhas que havia prometido. Eu vejo-as como grelhas de avaliação trimestral e acho que ligeiramente alteradas se adequam na perfeição. Mas isso fica ao vosso critério!

Façam um bom uso das mesmas!

Beijinhos,
a Educadora!



sábado, 2 de outubro de 2010

As tão prometidas novidades!

Bem, tal como prometido deixo-vos a primeira parte dos documentos/grelhas constantes do Manual de Processos Chave da Segurança Social. Alguns já estão meio que "adaptados", mas muito pouco, por mim, por isso sintam-se à vontade para os alterarem caso pretendam. Por isso mesmo os coloquei em word.


Processo individual

Download aqui



Programa de acolhimento inicial

Download aqui



Plano de desenvolvimento individual da criança

Download aqui



Ficha de avaliação de diagnóstico

Download aqui

Este último, segue-se de umas grelhas de avaliação do do desenvolvimento, por idades: do nascimento aos 7 meses, dos 8 aos 17 meses e dos 18 aos 35 meses. Ainda estou a passar algumas coisas, por isso assim que me for possível eu coloco aqui.

Espero que vos seja realmente útil!

Beijinhos,
a Educadora

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